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Por: Cézar Aguiar
07/02/2022 - 12:22:54

 

 

Em entrevista exclusiva ao ImprensaNaNet, a secretária municipal da Educação de Porto Seguro, Dilza Reis, faz explanação sobre o termo de acordo firmado entre o Goberno da Bahia e a Prefeitura de Porto Seguro para adequação e reordenamento da rede estadual de ensino no município.

 


INN - Dilza, muito se comenta sobre essa polêmica em que duas escolas estaduais tiveram suas atividades encerradas em Porto Seguro, O que, de fato, aconteceu?

 


Dilza Reis – Primeiro é preciso dizer que o Estado adotou esse regime em 109 municípios e Porto Seguro é só mais um entre eles. Nesses municípios, somente uma escola ficará em funcionamento na zona central de cada cidade, funcionando em regime integral.

 


No caso de Porto Seguro, há uma liminar judicial expedida pelo juiz local em que suspende temporariamente essa decisão do Governo do Estado. Essa decisão não é nossa, mas da Justiça. O que a gestão municipal está fazendo é acolher os alunos. 

 


INN – Com está sendo feito esse acolhimento na prática?

 


Dilza Reis - Nós estamos fazendo a cessão de 8 salas que estavam ociosas para a escola do Estado que fica do lado do Colégio Municipal e um acesso será construído para os alunos. Ponto! Apenas essa infraestrutura foi cedida. Não haverá compartilhamento de merenda escolar, quadra de esportes ou qualquer outra estrutura por parte da administração municipal. 

 


INN – Essa cessão compromete o atendimento de vagas da rede municipal?

 


Dilza Reis – Claro que não. Garantimos que nenhum aluno ficará desassistido. Nenhum aluno ficará sem matricular. E ainda que não houvesse a cessão das salas no Colégio Municipal e as matrículas da rede estadual extrapolassem, nós iríamos encontrar lugar para acolher e fazer o atendimento. O município está de portas abertas para acolher a todos.

 


E essa é uma via de mão dupla. Tome como exemplo as escolas João Carlos e Paulo Souto. Ali, o Estado disponibiliza equipemantos grandes para o município. O termo de cooperação sempre existiu e é muito positivo, seja onde for. Nehum aluno deixará de ser atendido e nenhum professor perderá carga horária. O que devemos nos pautar é em melhorar nosso IDEB.

 


INN – E como o município vai se manifestar em relação à intervenção judicial?

 


Dilza Reis – Olha, essa resposta não é nossa, mas do Estado. Não cabe à gestão municipal recorrer dessa decisão. Se as esolas forem fechadas para o reordenamento, vamos estar de braços abertos para atender o termo de cooperação. Nós temos salas ociosas e vamos atender quando solicitados, seja para o Estado, União e até mesmo para a rede privada. O que não vamos admitir é alunos sem matrícula.

 


INN – Deixe, caso deseje, suas considerações finais.

 


Dilza Reis – Olha, a decisão é mal interpretada e entendemos que alguns se manifestem em desfavor. No entanto, o que estão tratando como ‘fechamento de escolas’, não passa de um reordenamento de rede que é orientado pelo Governo Federal e que no estado da Bahia está sendo cumprido em 109 municípios e todos os alunos estão sendo acolhidos. Isso sempre houve, de acordo com o desenvolvimento de cada cidade, com a demanda e com a viabilidade dos antigos prédios. O que devemos prever é por estruturas cada vez melhores para o alinado.

 


Não posso responder pelo Estado, mas o que tenho de informação é que a proposta que está vindo é excelente para a comunidade escolar. Os alunos que saem da nossa rede vão receber um acolhimento extraordinário, inclusive com ensino profissionalizante. Esse reordenamento é resultado de um estudo minucioso e propositivo. Sua reportagem deve ouvir também o representante da rede estadual para informar à população. 

 


Nossa resposta a essa necessidade de reordenamento é acolher cada aluno. Se a justiça decidir que as escolas devem ser fechadas, vamos estar prontos para atender. Se não, seguimos nosso cronograma de trabalho. É simples: se o Estado acolhe os nosso alunos da rede municipal, a exemplo da Escola João Carlos, na Vila Vitória, não podemos deixar de acolher os no ensino médio que emigram da nossa rede.

 

 

Por - Cézar Aguiar / Imprensananet.com

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