
Em nota, a Prefeitura de Porto Seguro, por meio da Secretaria Municipal de Finanças, esclarece distorções de matéria publicada em site de notícias da capital, publicada nesta quinta-feira, 24, fazendo crer aos seus leitores, gastos exorbitantes pela gestão municipal.
A assessoria da Prefeitura pontua condicionantes da contratação que tornam os contratos claramente distintos e incomparáveis, tornando a notícia, no mínimo, leviana e com efeitos politiqueiros.
Veja a nota da Prefeitura de Porto Seguro:
Cabe esclarecer que a contratação em pauta não é de um produto de “prateleira”, que a plataforma integrada contratada, tampouco, não é apenas o sistema 1DOC. A empresa contrata a luz do processo regular legal, é uma integradora de soluções para transformação digital municipal como tantas outras do mercado, conforme pode-se observar em seu site, www.sogo.com.br. A plataforma 1Doc, representada exclusivamente pela empresa em todo o nordeste, e é um dos componentes dessa contratação, além desta temos uma série de portais coordenados e padronizados, bem como e de extrema importância uma robusta plataforma de transparência para atendimento em primazia da LEI 12.527/2011 e mais, com monitoramento leitura e reporte periódico para que Porto Seguro atinja os níveis máximos de transparência nos rankings da Controladoria Geral da União - CGU, Ministério Público Federal - MPF e Tribunal de Contas Municipal, TCM.
Finalmente, ainda pode-se observar que foi realizada ampla pesquisa de mercado antes da realização dessa contratação, onde se observa, ainda que seja apenas na parte que refere-se ao 1DOC (que não é só isso, repetimos e grifamos), a mesma tem um custo proporcional ao porte das cidades, quantidade de servidores, quantidade de usuários, módulos selecionados para cada cliente que podem originar várias configurações diferentes.
O mais importante, com o projeto Porto Digital e os vários componentes aqui retromencionados e previstos, a expectativa interna é de uma economia de mais 4 milhões de reais para os cofres públicos por ano, e que a cidadania acesse a prefeitura e sua carta de serviços na palma da mão, de qualquer lugar e a qualquer hora.
"Faltou ao editorial do site mostrar que os contratos são diferentes e os valores são pelo número de acessos (usuários), sendo assim, cada cidade tem suas peculiaridades. Alem disso, tem os módulos contratados. Enfim, contratação absolutamente regular e que gera economia para o município e beneficios para os cidadãos", finalizou a SecFin de Porto Seguro.
Por - Cézar Aguiar / Imprensananet.com