
O Governo Federal anunciou nesta quinta-feira (17) o reajuste de 15,04% no Bolsa Família, que passa a valer a partir de outubro de 2026. Com a atualização, o benefício mínimo por família passa de R$ 600 para R$ 691. O programa atende cerca de 19,3 milhões de famílias no Brasil.
O reajuste também altera os valores dos benefícios adicionais pagos de acordo com a composição de cada família. O Benefício de Renda de Cidadania, pago por integrante da família, passa de R$ 142 para R$ 164. Já o benefício destinado à Primeira Infância, voltado para crianças de até sete anos incompletos, sobe de R$ 150 para R$ 173 por criança.
O valor destinado a gestantes, nutrizes e crianças e adolescentes de 7 a 18 anos incompletos também será reajustado, passando de R$ 50 para R$ 58 por integrante.
Após a polêmica do reajuste às vésperas da eleição, nesta sexta-feira (18), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), considerou que o reajuste não fere as regras eleitorais. Segundo a decisão, a mudança representa uma atualização dos valores do programa com base na correção monetária.
Apesar do novo piso de R$ 691, o valor recebido não será necessariamente o mesmo para todas as famílias. O pagamento varia conforme a composição familiar e os benefícios adicionais aos quais cada integrante tem direito.
Por - Sanny Fernanda Sá | Imprensananet.com.br